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Sabiá-una - Turdus flavipes Vieillot, 1818

O sabiá-una é uma ave da família Turdidae.

Vive na mata, em regiões montanhosas. É comum na copa e nas bordas de florestas, capoeiras, clareiras adjacentes e em plantações de café.

Vive solitário ou aos pares. É difícil de observar, a não ser quando está se alimentando em árvores frutíferas. Canta normalmente do alto das árvores.

Sabiá-barranco - Turdus leucomelas Vieillot, 1818

Sabiá-barranco adulto
 Filhote de sabiá-barranco
 O sabiá-do-barranco é uma ave da família Turdidae.

Comum em todas as matas ciliares, matas de galeria, matas secas, cambarazais e cerradões.

Alimenta-se basicamente de minhocas e artrópodes. Assim como outros sabiás, revira as folhas caídas em busca de pequenos invertebrados e também se alimenta de pequenos frutos. Costuma frequentar comedouros com frutas. Gosta de frutas tropicais, como a banana.

Sabiá-laranjeira - Turdus rufiventri (Vieillot, 1818)


O sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris) é uma ave comum na América do Sul e o mais conhecido de todos os sabiás, identificado pela cor de ferrugem do ventre e por seu canto melodioso durante o período reprodutivo. É apreciado especialmente no Brasil; segundo Decreto de 3 de outubro de 2002, as comemorações nacionais do Dia da Ave devem se concentrar no sabiá-laranjeira, "símbolo representativo da fauna ornitológica brasileira e considerado popularmente Ave Nacional do Brasil". Já era símbolo do estado de São Paulo desde 1966. É citada por diversos poetas como o pássaro que canta o amor e a primavera. A ave é considerada símbolo da fauna brasileira e Ave Nacional do Brasil por Decreto de 3 de outubro de 2002, e também esteve presente no emblema oficial da Copa das Confederações de 2013, realizada no Brasil.

Sabiá-coleira - Turdus albicollis Vieillot, 1816


O sabiá-coleira (Turdus albicollis) é uma ave da família Turdidae do grupo dos sabiás, também conhecida como sabiá-gato e carachué-coleira.

Mede aproximadamente 23 cm. Esta ave vive em todo o litoral brasileiro, sendo encontrado com abundância na Mata Atlântica. É muito comum em floretas úmidas e altas, procurando como seu habitat as encostas dos morros.