Irerê (Dendrocygna viduata)
O irerê, também conhecido como marreca-irerê ou paturi-preta, é uma das aves aquáticas mais graciosas da fauna sul-americana. Pertencente à família Anatidae, a mesma dos patos, gansos e marrecas, o irerê destaca-se por seu comportamento social e pelo canto característico, semelhante a um assobio melódico, que ecoa sobre lagoas e banhados ao entardecer.
Pi-puí (Synallaxis cinerascens) Temminck, 1823
Pavó - Pyroderus scutatus (Shaw, 1792)
Caburé - Glaucidium brasilianum (Gmelin, 1788)
Tietinga - Cissopis leverianus (Gmelin, 1788)
A tietinga é uma ave da família Thraupidae.
Habita bordas de florestas, capoeiras e matas de galeria, sempre aos pares ou em pequenos bandos.No Brasil, ocorre na região amazônica, principalmente ao sul do rio Amazonas, desde o extremo oeste até o Maranhão e Piauí, e, de Pernambuco ao Rio Grande do Sul.
Está ameaçada no Estado de Santa Catarina na categoria "EN" (CONSEMA, 2011).
Príncipe - Pyrocephalus rubinus (Boddaert, 1783)
Vive em campos e cerrados. Além das cores, destaca-se por seu hábito de pousar em galhos expostos, cercas e fios. Ocupa os ambientes abertos, desde campos, praias de rio com arbustos, até cerrado e bordas de vegetação florestal. Não penetra em áreas com adensamento de vegetação. Utiliza ambientes criados pelas mãos humanas, sendo notável em jardins e parques urbanos. Ainda pode ser observado na periferia de cidades.
Coruja-da-igreja - Tyto furcata (Temminck, 1827)
De hábitos noturnos, prefere presas vivas. Se perturbadas, balançam o corpo lateralmente. Se encurraladas, jogam-se de barriga para cima, enfrentando o perigo com as poderosas garras que lançam para frente. Voa durante o dia apenas quando afugentada de seu poleiro de descanso, que pode ser em folhas de palmeiras, bananeiras, galhos de outras árvores ou sob telhados em construções.
Pato-do-mato - Cairina moschata (Linnaeus, 1758)
Foi domesticado pelos grupos indígenas da América do Sul por sua carne. É o ingrediente fundamental do prato paraense, o pato no tucupi, também de origem indígena.
Narceja - Gallinago paraguaiae (Vieillot, 1816)
Mede cerca de 30 cm de comprimento, possuindo bico longo e reto, dorso escuro com faixas amareladas. Também é chamada pelos seguintes nomes populares: agachada, agachadeira, atim, batuíra, berrumeira, bico-de-ferro, bico-rasteiro, bicudo, corta-vento, maçarico-d'água, maçarico-d'água-doce, minjolinho, monjolinho, narceja-comum, narceja-miúda, narcejinha, rapaz e rapazinho.
Sabiá-cica - Triclaria malachitacea (Spix, 1824)
Também chamado de mãe-de-sabiá, papagaio-da-capoeira, papagaio-viola e papagaio-de-peito-azul.
Pica-pau-de-banda-branca - Dryocopus lineatus (Linnaeus, 1766)
O pica-pau-de-banda-branca é uma ave da família Picidae.
Habita o interior e as bordas de florestas altas, capoeiras, cerrados, campos e plantações com árvores esparsas. Vive solitário ou aos pares, arrancando a casca e “martelando” troncos e galhos maiores em busca de insetos, tanto em árvores vivas como mortas.
Martim-pescador-grande - Megaceryle torquata (Linnaeus, 1766)
Encontrado próximo a rios, córregos, lagunas, lagoas, açudes, manguezais e orla marítima. É mais comum em áreas abertas e em rios caudalosos e grandes lagoas.
Saíra-preciosa - Tangara preciosa (Cabanis, 1850)
Vive no interior da mata e suas bordas, sendo comum em matas de araucária e mata atlântica. Vive no dossel da floresta em associação com outras espécies de aves.
João-porca - Lochmias nematura (Lichtenstein, 1823)
Habita o chão, ou suas proximidades, em florestas úmidas, florestas em montanhas e capoeiras, porém sempre em vegetação densa à beira de água corrente de rios e igarapés, podendo ser raro ou localmente bastante comum. Vive solitário e desloca-se pulando pelo chão.
Martim-pescador-verde - Chloroceryle amazona (Latham, 1790)
Frequenta águas interiores, rios e lagos grandes, sendo pouco comum na orla marinha. Voa rente ao espelho d’água. Empoleira-se em galhos baixos, ocultos por folhagem densa, passando desapercebido, pois na penumbra sua plumagem esverdeada assume tonalidades escuras.
Perdiz - Rhynchotus rufescens (Temminck, 1815)
A perdiz é um pássaro terrícola, normalmente solitário que voa muito pouco e quando em voo, apresenta um voo curto, pesado e barulhento.
Vive nos campos sujos, cerrados, buritizais e caatingas.
Guaxe - Cacicus haemorrhous (Linnaeus, 1766)
Varia de raro a comum na copa e bordas de florestas úmidas (na Amazônia principalmente na terra firme), florestas secas e de galeria e capoeiras altas.
Vive em grupos, sendo visto regularmente nas bordas de diversos habitats florestais. Prefere baixadas quentes com florestas.
Quiriquiri - Falco sparverius Linnaeus, 1758
O quiriquiri é uma ave da família Falconidae.
Ocupa áreas semi-urbanizadas, margens de estradas e ambientes abertos, produzidos pela atividade humana. Nas áreas naturais, está na região de campos e de cerrados, evitando as matas, cerradões e formações de vegetação adensada. É muito ativo durante todo o dia, principalmente durante o período de reprodução.
Tecelão - Cacicus chrysopterus (Vigors, 1825)
Pode ser encontrado no interior da mata. Vive solitário, aos casais.
Sua alimentação é mista. Com seu bico pontiagudo, procura alimento em frutas, brotos, folhas enroladas, flores, favos, pau podre, e outros.





